Porter Robinson

Wolfpack Tomorrowland DJ's

Katfyr
Souza
Cyberx
Hilow vs Dave Lopez
vs DJ André Borges

Richie Campbell

Pow Pow Movement

Orlando Santos

Dirty Skank Beats

Broad Beans

DJ Ride

DJ Oder

Capitão Fausto

Throes + The Shine

Anarchicks

Gabriel o Pensador

CPT Luvlace B2B Nuno Lopes

A Armada

Trio Alcatifa

Isabel Mesquita
Tape
Ishan

Porter Robinson

“Prodígio” e “fenómeno” são palavras que ouvimos com tanta regularidade que, às vezes, parece que perderam o sentido. O percurso do DJ e produtor norte-americano Porter Robinson, nascido em '92 em Chapel Hill, uma pacata cidade na Carolina do Norte, pode, no entanto, ajudar-nos a voltar a compreender o sentido do que é ser-se um prodígio. Aos 13 anos, Porter decidiu agarrar-se ao computador e começar a criar música de dança. Fast-Forward para 2011 e o seu primeiro EP, “Spitfire”, marcou o lançamento da editora OWSLA, acabada de criar por Skrillex, e disparou em direcção ao número 1 das tabelas, onde permanceu durante semanas. Tudo isto enquanto remisturava músicas de artistas como Lady Gaga ou Avicii. E tudo isto aos 18 anos. Desde então, Porter Robinson tem levado a sua música aos principais festivais de música electrónica mundiais ao lado de nomes como Tiesto ou Skrillex.

WolfPack

Descoberta por Dimitri Vegas & Like Mike na edição de 2011 do Tomorrowland, a dupla Wolfpack assinou de imediato pela editora Smash The House. Explodindo na cena EDM ao longo dos últimos meses, o tema de estreia "Rising Moon" entrou directamente para os sets de nomes como David Guetta, Tiësto, Erick Morillo, Eddie Halliwell, Robbie Rivera ou Markus Schulz. Com remisturas para nomes como Chris Brown, Timbaland, Missy Elliot ou Steve Aoki, os Wolfpack continuam a conquistar o globo e 2013 promete ser um ano de ainda mais conquistas, para uma dupla em rápido crescimento. Prova disso foi a recente liderança das tabelas de venda do top 100 mundial no Beatportde "Turn it Up".

Katfyr

KATFYR lê-se cat fire e, como um felino de fogo, soma a agilidade com uma marca inextinguível. Produtor e DJ aparentemente discreto, tem um background visível ao longe, contado pelo menos um milhão de vezes com a remistura de “E.T.” de Katy Perry. Em 2011 editou “Let It Go” com Klaypex, um ano depois remisturou “Rewind” e “Foolish Boy” de Emma Hewitt e prepara agora “Here We Go”, EP de originais a lançar na SectionZ Records. Em Lisboa, Porto, Paris, Tóquio ou Nova Iorque, já foi encontrado ao lado de Skrillex, Crystal Castles, Tiga, Designer Drugs, Dr. Lektroluv, Mustard Pimp e Major Lazer. Movendo-se facilmente entre drops tem na bass music terreno seguro, KATFYR não recua perante outras influências electrónicas, tornando-se híbrido épico da música de dança atual.

Souza

Residente em Amesterdão, Souza, é um conceituado DJ dos Açores conhecido pelas suas actuações vibrantes, grande técnica de mistura e selecção musical, tocando de Progressive House a Electro House, e com uma presença em cabine fenomenal, interagindo sempre com o publico Sendo DJ desde os 15 anos e agora com apenas 19 anos de idade já passou pelos principais espaços nocturnos dos Açores e alguns festivais de Verão tal como as Festas da Praia para mais de 10.000 pessoas. Em Portugal já tocou em alguns clubs conhecidos tal como: Kapital, Blues Caffe, Musicbox, Fiéis ao Tejo. Fez a sua primeira internacionalização o ano passado em Espanha e agora por Amesterdão.

CyberX

Hugo Carreiras natural da Cova da Piedade (Almada - Portugal) com o nome artístico de CYBERX iniciou a sua carreira na decada de 90. CYBERX define a sua vertente musical dentro do House, passando por sonoridades mais Deep, Tech ate ao Techno, nao deixando para tras os hits das pistas de dança comerciais, com ritmos electrónicos e contagiantes. A sua leitura de pista de dança é muito interessante, devido a sua longa experiencia e influenciando assim o publico de um Bar, Club ou evento de grande capacidade, com os seus Dj Sets ecléticos, versateis energéticos e ritmados ,transmitindo dessa forma animação e confiança. CYBERX, conta com enumeras actuações, tendo já partilhado cabines de som com os mais variadíssimos nomes sonantes da “dance scene nacional e mundial”. Para além das suas actuações em residências, este artista tem tido um papel fundamental em alguns eventos de grande capacidade e festivais.

Hilow vs Dave Lopez
vs DJ André Borges

Brevemente.

Richie Campbell

Tendo começado a sua carreira como vocalista dos Stepacide, no longínquo ano de 2004, apenas 5 anos bastaram para que Richie Campbell decidisse arrancar o seu percurso a solo pelas boas vibrações do Reggae e da Soul. Desde então, Richie Campbell conquistou a distinção de nome maior da cena Reggae nacional, tem esgotado salas de norte a sul do país, percorreu a Alemanha com nomes como Soundquake, Supersonic e Kanga Roots, gravou com Kymani Marley, filho de Bob Marley, criou hinos como “Blame it on Me” ou “Missing You” e, mais recentemente, não há festa de verão que se preze onde não se oiça, em coro, o “That's how we Roll”, single extraído do seu mais recente disco, “Focused”.

Pow Pow Movement

Brevemente.

Orlando Santos

Orlando Santos é um músico e compositor, e uma das melhores vozes portuguesas. Admirador da cultura jamaicana, explora reggae, rock e soul music. Depois de muitos anos de música e composição, tocando em bares e festivais, Orlando Santos está pronto para lançar seu primeiro álbum solo, "Minha alma", incluindo uma incrível coleção de canções originais e um cover de "Rivers of Babylon" (1972) , pelo Melodians, em que o cantor mostra o seu talento como vocalista. Orlando Santos não é um novato quando se trata de gravação, tendo participado em "Revistados" dos GNR na faixa "6ª Feira", com Charlie Martinez nos teclados. Colaborou também com Cool Hipnoise, Kika Santos, Orelha Negra, grupo britânico Up Bustle & Out e baixista Jim Barr (Portishead). As canções de Orlando Santos são marcadas por palavras de esperança e amor, destacando a preocupação com a natureza e a observação das transformações sociais.

Dirty Skank Beats

Dirty Skank Beats é um projecto que faz a fusão de ritmos Jamaicanos como o Reggae, o DanceHall/Ragga ou Dub com Drum & Bass. Já actuou junto de nomes como General Levy, Skarra Mucci, Serial Killaz, Top Cat, Zion Train, Skatalites, Digital Dubs, Junior Dread, Bezegol, Xibata e muitos outros, bem como em algumas noites de Reggae de Norte a Sul do país.  Com um estilo único em território nacional, conta com vários remixes oficiais para alguns dos nomes mais conceituados da cena Reggae Mundial como, Anthony B, Capleton, Sizzla, Vybz Kartel, Lutan Fyah, Teflon, Cocoa Tea, Skarra Mucci e Bunji Garlin, sendo uma das grandes promessas Nacionais neste estilo musical. Os Remixes oficiais de Dirty Skank Beats para o "2nd Chances Riddim" que reúne alguns dos nomes mais conceituados da cena Reggae Mundial  foram lançados em Vinil 12" e MP3 pela J Rod Records, reconhecida editora de Reggae/DanceHall/Soca. Também em vinil, o remix de "Clarks" grande Hit do Jamaicano Vybz Kartel, e varios lançamentos agendados para 2013.

Broad Beans

“Reza a lenda que, e a acreditar que assim foi, o elementar acaso de uma bonita tarde de esplanada com os olhos postos no menu, rapidamente se traduziu numa inspirada sugestão vinda do além: “Pessoal, estão aqui a ver na carta do restaurante: Broad Beans (favas)? Que fantástico nome para uma banda”. O Projecto foi idealizado e fundado por Rui Rofino e Rómulo San-Bento em finais de 2008. A eles juntou-se o Pedro Rodrigues na bateria. Apesar do período de actividade só se iniciar no começo de 2009, o line-up da banda estava completo em Dezembro do ano anterior com a entrada de Miguel Oliveira para o baixo. Em Dezembro de 2011, Clemente Almeida começaria a aprender a linguagem dos broad beans, e assumia assim as cordas do baixo em substituição ao Miguel Oliveira.

DJ Ride

Campeão mundial de Scratch, seis vezes campeão nacional, DJ, sound designer e produtor. Tudo isto é DJ RIDE: um músico apaixonado por música, seja ela hip-hop, drum n bass, dubstep ou electrónica. Nenhum território é deixado inexplorado pela natural curiosidade de DJ Ride. A recompensa tem chegado de muitas formas, com convites para os mais conceituados festivais e clubes e com a partilha de palcos e cartazes com referências como Q-Bert,  O próximo capítulo desta saga é Life In Loops, um álbum carregado de surpresas que confirma que Ride é sinónimo de talento, qualidade, inovação e espírito de aventura. O tira-teimas é aqui, no Festival Monte Verde, onde Ride actua ao lado de DJ ODER, CAPITÃO FAUSTO, Throes + The Shine e Anarchicks, numa noite recheada de música made in Portugal.

DJ Oder

É sem dúvida um dos artistas nacionais do momento e levou nos últimos anos o Drum & Bass Português além fronteiras, DJ ODER trabalha regularmente para editoras como DIM Mak de Steve Aoki (USA) e Titan Records de AMC & Risky (D&B Arena UK), conta já com vários remixes e originais editados que têm tocado em pistas de dança espalhadas por todo o globo e têm DJ support de alguns dos maiores nomes do atual cenário electrónico, entre os quais Pendulum, Steve Aoki (Dim Mak), Rusko, Logistics, Aphrodite, Drumsound & Bassline Smith, Ed Rush, DJ Die, Crissy Criss (BBC Radio 1), Majistrate, Benny Page, Callide, Zen, Cabbie, Silver, Roughcut, Mutated Forms, Vapour, AMC, Toxic Avenger, entre outros.

Capitão Fausto

Capitão Fausto é uma banda portuguesa, composta por cinco elementos. Tomás Wallenstein na guitarra e voz, Domingos Coimbra no baixo, Manuel Palha na outra guitarra, Francisco Ferreira nas teclas e Salvador Seabra na bateria cortam a Gazela (álbum de estreia) ao meio numa explosão de cor num disco que se divide em dois mundos muito particulares com um toque de classe e subtileza na faixa titulo e que separa a Gazela. O grupo prepara agora o segundo registo, a editar em 2013 pela Valentim de Carvalho.

Throes + The Shine

Os Throes + The Shine encontraram-se por um acaso da vida. Como uma história, tudo começou numa daquelas noites loucas do portuense Plano B, na primeira edição do Festival Náice, organizado pela editora e produtora Lovers & Lollypops (L&L). Foi um amor à primeira vista e inesperado, de tal forma que a comunhão foi ganhando força, até que surgiu um convite – por parte da webzine bodyspace.net – para a gravação conjunta de um vídeo que espelhasse esta relação musical. A partir daí, os dados foram lançados, com uma estreia em concerto de sucesso, na edição de 2011 do Festival Milhões de Festa, no mesmo estrado das britânicas Electrelane. De um lado, o underground do Porto, os riffs potentes e o rock dos Throes. Do outro, Portugal, Angola, Luanda, os sons quentes, o kuduro e a frescura dos The Shine. Juntos, em casamento, são os Throes + The Shine. Juntos, com acordo nupcial, os dois têm um filho: o rockuduro.

Anarchicks

Se a música é uma arma elas são o gatilho! Quatro Miúdas juntaram-se em 2011 para fazer uma Revolução. 1 Guitarra, 1 Baixo, 1 Sintetizador, 1 Bateria e 4 vozes dissidentes chegam para semear discórdia e inquietar os ouvidos da multidão. Disparam música em todas as direcções, sem preconceitos nem compromissos (Anarchicks não dão satisfações a ninguém!). Desde o Pop, Punk, Funk com cheirinho a Kuduro, Disco, Rock oblíquo com tendências Psyco, Gothic trips, and so on, and so on... Em suma: Riot Grrrl Power à portuguesa!

Gabriel O Pensador

Com 20 anos de carreira musical e 7 álbuns editados, Gabriel o Pensador já pouco terá a provar. Canções como “Até Quando”, “Cachimbo da Paz” ou “'Tás a Ver?”, a par de êxitos como “2345meia78”, mostraram-nos como é possível conciliar a música descontraída e despreocupada com mensagens de revolta social e esperança, sempre com a praia como pano de fundo. Talvez por isso Gabriel tenha sido tão bem recebido em Portugal, e tenha mantido uma legião de fãs ao longo destas duas longas décadas de carreira. Nos Açores, Gabriel tem sido presença assídua ao longo dos anos, preenchendo o Verão das ilhas com ritmos e melodias com boa-onda e muito groove, mas acima de tudo com as suas palavras e mensagens.

Cpt Luvlace b2b Nuno Lopes

Brevemente.

A Armada

Em Maio de 2009 David Pires, João Miguel Matos, José Pedro Baptista e Pedro da Rosa juntam-se para formar a Armada. A banda foi compondo o repertório que ia apresentando esporadicamente ao vivo por Lisboa. Quando desafiados a registar o seu trabalho em vídeo, descobriram a vontade de explorar a linguagem da Curta Metragem. O resultado foi uma ficção de nome A Armada – Nos Bastidores da Verdade. A curta foi apresentada no festival urbano de curtas metragens Shortcutz, e dela foi retirado o tele-disco da música Charanga é Rock n’Roll, vencedor do vídeo revelação no festival de tele-discos Offbeatz. O verão de 2012 ficou marcado como um ponto de viragem: José Pedro emigra e durante as despedidas a banda convoca audições para um novo guitarrista. Para essa audição foram convidados Ricardo Amaral e David Ferreira. Tanto um como outro, agarram a música trazendo novas cores às canções, mas com duas linguagens muito diferentes. A decisão resulta na escolha de ambos a fim de provocar as canções já escritas com uma contracena de três guitarras, três solistas e três estéticas e agora cinco vozes. Desde aí, a nova formação decide intensificar o trabalho, manter o nome e algumas das canções nunca editadas. Escolhe-se o single “Sinceramente” e a banda volta às filmagens com o respectivo tele-disco. A Armada começa a primeira tour pelo país já em Fevereiro, enquanto se cozinha o próximo vídeo e se finaliza o primeiro disco.

Trio Alcatifa

Dr Alban, Dr. Bombazine e Dr. Rashif viajam confortavelmente a bordo de uma versão moderna dos lendários tapetes voadores. Levantaram voo no deserto e deixaram-se inebriar pela música nas ruas do leste, de onde estava difícil voltarem a descolar. Como têm o dom de controlar o vento, conseguiram prosseguir, trazendo um rasto quente de areia misturado com a brisa fresca dos sopros. Fazem lembrar os encantadores de serpentes porque convidam o corpo ao movimento ondulante. Ritmos e melodias orientais com pinceladas de bailarico. Impossível não levantar voo, impossível não deslizar.

Isabel Mesquita

Isabel Mesquita nasceu em Vila do Porto, ilha de Santa Maria, Açores. Participou, com 15 anos, no workshop de Voz organizado pela Associação Cultural Maré de Agosto, com a formadora Paula Oliveira. Começou o seu percurso musical a partir de 2007, participando em diversos workshops de Blues organizados pela Associação Escravos da Cadeínha e orientados por Cícero Lee, a partir dos quais, nasceu o seu primeiro projecto - "Iziblues". Nesta "big band", que chegou a ter 13 elementos, deu diversos concertos, como por exemplo, no festival Santa Maria Blues, Festas 15 de Agosto, entre outros. Em Setembro de 2007, participou no workshop de Voz e Orquestra com uma equipa de formadores do Hot Clube de Portugal, onde mais uma vez é orientada pela cantora Paula Oliveira. Em 2010 frequentou aulas de canto particulares com a professora Maria Anadon. Em Janeiro de 2013, integra como vocalista um projecto de Gipsy World Music - Gapura. Actualmente frequenta aulas de canto e combo, acompanhada pelo professor Jorge Lee, fundador e director pedagógico da Empresa de Produção e Escola de Música Interartes, de Cascais.

Tape

Vivendo e trabalhando desde 2008 em Ponta Delgada (S. Miguel, Açores), onde tem actuado regularmente em dois espaços de referência da cidade (o PDL Café e o ARCO8 Galeria Bar), Tape tem já um longo trajecto nos domínios da club music e do experimentalismo electrónico. Um trajecto que começou com um tapete de música electrónica, quase sempre a apontar à cabeça ou à pista de dança, em antena aos fins-de-semana na RUM, a Rádio Universitária do Minho, onde foi produtor de rádio. Enquanto DJ, entende que um ficheiro MP3 não tem a mesma qualidade que um ficheiro WAV, e que este último não tem a mesma qualidade de um Vinil. Para Tape, é certo que essas diferenças têm implicações nos sentimentos que pretende provocar. Por outro lado, nos seus sets usa suportes digitais legais, embora preferindo os discos. Musicalmente influenciado por DJ Harvey, Bobbi Humphrey, Carl Craig, Chet Baker, Curtis Mayfield, Henrik Schwarz, Idjut Boys, James Brown, Jimpster, Moodymann, Prince, Roy Ayers, Talking Heads, The Clash, Tiago Miranda, Todd Terje, A Tribe Called Quest, entre vários outros, Tape é heterogéneo quanto baste e gosta de ver as pessoas a dançar.

Ishan

Em 2002 começou por actuar e criar diversos eventos na região dos açores. Longa é a sua passagem pela música electrónica entre o psicadélico e a música ambiente através da label Fractal Species Records. interligações e experiencias com os mais diversos artistas de todo mundo, garantiram a este dj e promotor uma vasta experiência no meio. Já participou e colaborou com diferentes espaços nocturnos de São Miguel como o Pópulos Inn, a BlackCode, Galeria Arco 8, Café PDL, Pharmacia Club e Mix Bar onde actuou e actua com alguma regularidade. Neste momento Ishan tem como influencias no seu dj set as vertentes musicais do Electro, Techno, BreakBeat e o Drum & Bass, tendo obtido ao longo dos  tempos uma aceitação por parte do público micaelense que abriu os braços a vertentes musicais pouco exploradas na Região. Ishan é neste momento  um dj transversal que se adapta aos diversos públicos e espaços por onde passa, deixando saudades a quem o ouve. 

Programação

Programação Festival Monte Verde
Apoios e patrocinadores do Festival Monte Verde